Lugares Históricos
Diário de bordo
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O que a casa aprendeu indo — e o que serve a quem vai.
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Angkor às cinco da manhã: o horário não é capricho
A face oeste do templo recebe a primeira luz de um jeito que não se repete depois. E há menos gente na alameda.
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Boudhanath: a estupa que tem olhos, e para onde eles olham
Os olhos estão nos quatro lados e o que parece nariz é um número. A estrutura inteira é um diagrama, não decoração.
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Por que os monastérios do Himalaia ficam onde ficam
Água, rota de comércio e defesa explicam quase todas as escolhas. A vista bonita foi consequência, não critério.
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Haveli, forte e palácio: três palavras que o Rajastão não confunde
Uma é casa de comerciante, outra é estrutura militar, a terceira é residência de corte. A diferença está na planta.
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Os dzongs do Butão: fortaleza, mosteiro e prefeitura no mesmo prédio
Construídos sem prego e sem planta desenhada, ainda abrigam o governo do distrito e a comunidade monástica.Para quem vai
Está indo para Índia?
6 textos, na ordem em que ajudam.
- Ganesha é o primeiro a ser chamado, e a história começa numa porta
- Rajastão: o que aconteceu com os palácios quando os títulos foram abolidos
- Haveli, forte e palácio: três palavras que o Rajastão não confunde
- A Índia dos Marajás: quinze noites em palácios que foram residências reais
- Quantas línguas se falam na Índia, e qual delas serve para viajar
- Namastê não é olá: o que a palavra diz antes do gesto