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Nossa história

A nossa história começa por amor, e não por cálculo

Em 2013, Rebeca levou vinte e sete pessoas para a Índia. Quarenta dias. Não era um negócio: ela havia pisado naquele chão e não conseguia mais ficar longe dele — e a única forma que encontrou de voltar sempre foi voltar acompanhada. Depois veio Mohan, indiano, com anos de terreno nas costas e a habilidade de resolver o imprevisto antes que o grupo perceba que algo saiu do planejado. Dessa dupla nasceu a Govinda, uma casa de jornadas autorais à Ásia.

A Govinda desenha, opera, comercializa e conduz os próprios roteiros. Rebeca e Mohan estão na viagem, não no escritório: quem imaginou a jornada é quem resolve o imprevisto antes que você saiba que houve um. 

O nome veio antes da empresa

Govinda é um dos nomes de Krishna em sânscrito: aquele que conduz o rebanho com zelo. Mohan é outro nome de Krishna: aquele que encanta. Ninguém planejou a coincidência — a empresa já era o que faz antes mesmo de existir. O logotipo sempre carregou uma pena de pavão, a mayura pankh, que é a coroa de Krishna. Não é enfeite: é a consequência direta do nome.

Roteiros desenhados por quem conduz

A maior parte das viagens à Ásia vendidas no Brasil passa por três empresas — e quem executa costuma ser um guia contratado que nunca desenhou o roteiro. A Govinda faz o processo inteiro — desenha, opera, comercializa e conduz. Os fundadores estão na viagem, não no escritório, e as datas não são escolhas comerciais: são o que a monção e a altitude permitem em cada região. 

O conhecimento de terreno abre o que não está à venda: acesso — o jantar no Palácio Real de Jaipur, o ingresso do City Palace que não se compra na fila, e dezesseis encontros de preparação cultural antes do embarque.