Sair de São Paulo para a Ásia
A assessoria da casa acompanha o processo do visto indiano à distância, com a documentação conferida antes do protocolo. São Paulo concentra os serviços consulares de vários dos países dos nossos destinos, mas isso não encurta prazo — o processo é o mesmo de quem mora longe.
Guarulhos é o aeroporto com mais opções de conexão do país para a Ásia, e é de onde partem os grupos da casa. O que isso muda no primeiro e no último dia.
De onde se sai
Guarulhos concentra as ligações internacionais de longo curso do país, e é de onde partem os grupos da casa. Não existe voo sem escala do Brasil para a Índia nem para o Japão: toda rota faz pelo menos uma conexão, na Europa, no Oriente Médio ou na África. Isso é estrutural, e não uma questão de procurar melhor.
O que costuma dar errado
A conexão é onde as viagens se perdem. Escala curta demais em aeroporto grande, bagagem que precisa ser reembarcada, terminal que muda entre um voo e outro, e o visto de trânsito que alguns países exigem mesmo de quem não sai da área internacional.
O que isso custa
Perder uma conexão numa rota que opera uma vez por dia custa vinte e quatro horas — e, num roteiro de grupo, custa o primeiro destino inteiro. Não se recupera depois.
Como a casa organiza
A emissão é feita com o tempo de conexão calculado para o aeroporto real, não para o mínimo legal, e num único bilhete sempre que a combinação existir — porque bilhete separado transfere ao passageiro o risco do atraso. Quem sai de São Paulo embarca com o grupo desde a origem.
O que não está incluído
Malha aérea muda de temporada, e a rota válida é a do bilhete emitido. A casa não publica tempo de voo nem preço nesta página: os dois mudam, e número desatualizado numa página vira promessa.